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VIPLIS

Sistema de informação laboratorial

Do tubo ao laudo,
sem nada se perder
no caminho.

O VIPLIS assume a operação inteira do laboratório de análises clínicas: atendimento, orçamento, coleta, bancada, liberação, convênios, faturamento e a entrega do resultado ao paciente. Um sistema só, do primeiro tubo ao dinheiro na conta.

Feito com laboratório junto, sobre uma operação real de quatro unidades.

01-2026-000318 Hematologia

Maria A. de Souza · 36 anos · feminino

Hemoglobina g/dL
—
Referência congelada na liberação · idade calculada na data da coleta
O que o sistema faz no instante em que o resultado é digitado.
10.489.287 resultados trazidos do sistema anterior
275.587 atendimentos com o histórico preservado
4 unidades na operação que originou o sistema

Números da migração real de um laboratório em produção, não de um piloto. O paciente que chega amanhã traz junto todo o histórico que já tinha no sistema antigo.

O que trava um laboratório

Nenhum desses problemas é do seu processo.
São todos do seu sistema.

  • O bioquímico digita com o mouse, campo por campo, o dia inteiro.

  • A operadora glosou de novo. Descobrimos no mês seguinte, quando o dinheiro não veio.

  • O telefone não para: todo mundo ligando para saber se o resultado saiu.

  • Alguém precisa procurar o tubo. Ninguém sabe dizer onde ele está agora.

  • Para mudar uma linha do laudo, abrimos chamado e esperamos o fornecedor.

  • O paciente voltou para recoletar. A amostra tinha sido rejeitada e ninguém avisou.

  • O orçamento saiu num preço, a conta fechou noutro. Ninguém sabe explicar a diferença.

  • A domiciliar é combinada por WhatsApp e anotada num caderno.

Recepção, agenda e orçamento

O balcão decide o dia inteiro. Ele precisa acertar de primeira.

Cada erro no atendimento vira retrabalho na bancada, glosa no faturamento e ligação de paciente. É a etapa mais barata de corrigir e a mais cara de errar.

Ordem de serviço

  • Preço, prazo e os tubos que serão gerados aparecem antes de gravar
  • Busca de paciente por nome, CPF, CNS, telefone ou nascimento
  • Aviso de cadastro duplicado enquanto se digita, não depois de salvar
  • Pendência que bloqueia separada da que só avisa
  • Desconto com motivo e alçada de quem autorizou
  • Urgência, exame de apoio e recoleta na mesma tela

Orçamento

  • Montado com o mesmo preço do atendimento — não há segunda tabela
  • Validade, desconto com alçada e observação para o paciente
  • Vira ordem de serviço com um clique, sem redigitar
  • Quando não converte, registra o motivo da perda
  • Envio por WhatsApp ou e-mail direto da tela

Agenda e fila

  • Grade de horários livres calculada no servidor, sem vaga dupla
  • Agendamento de paciente ainda sem cadastro
  • Fila com prioridade legal respeitada na ordem de chamada
  • Painel de senha na TV da sala de espera, em tempo real
  • Só o primeiro nome aparece na parede — o resto é dado pessoal

Convênio no ato

  • Carteirinha validada pela máscara do próprio convênio
  • Exigências do plano conferidas na hora (CPF, CID, médico, autorização)
  • Exame que precisa de autorização entra e é marcado — o paciente não espera burocracia
  • Cobertura e limite conferidos antes de a coleta acontecer
Atendente de laboratório conversando com uma paciente idosa no balcão da recepção

Coleta, domiciliar e rastreabilidade

Todo tubo tem hora, dono e lugar.

Da punção ao arquivamento na soroteca, cada passo grava quem fez, quando e onde. Não para gerar relatório: para que ninguém precise procurar amostra.

Coleta de sangue com tubos de tampa colorida em primeiro plano

No balcão

  • Identidade conferida antes de a leitura ligar
  • Bipagem com o campo sempre focado, aceita leitor comum
  • Coleta parcial e “não coletado” com motivo
  • Etiqueta no tamanho da Zebra, com reimpressão auditada

Domiciliar

  • Agendamento com endereço, janela de horário e colhedor
  • Roteiro do dia por colhedor
  • Registro da coleta no local, com hora real
  • Anexos: termo assinado e foto do comprovante

Triagem

  • Conferência item a item — nunca por contagem
  • Rejeição com motivo padronizado abre recoleta sozinha
  • Amostra fora da estabilidade gera alerta
  • O que chegou fora da lista nunca entra em silêncio

Transporte e soroteca

  • Remessa entre unidades com conferência na chegada
  • Temperatura registrada no percurso
  • Guarda por caixa, rack e posição
  • Descarte registrado, com prazo controlado
Profissional de coleta atendendo um paciente idoso na sala de casa
Coleta domiciliar com hora e responsável registrados

Bancada e digitação

O tempo do seu bioquímico não deveria ir para o mouse.

A digitação de resultado é o que mais se repete no laboratório. Cada segundo economizado ali volta multiplicado no fim do dia.

Digitação

  • Exame inteiro pelo teclado, sem tocar no mouse
  • Foco entra no primeiro analito vazio
  • Faixa e resultado anterior visíveis ao lado do campo
  • Classificação enquanto digita, sem esperar gravar
  • Valor absurdo alerta antes de salvar
  • Componente com fórmula recalcula sozinho

Worklist

  • Por setor, bancada ou equipamento
  • Urgente primeiro, depois o que vence antes
  • Contadores de pendente, em execução e atrasado
  • Atualiza sozinha, sem recarregar
  • Mapa de trabalho com a posição na bandeja

Conferência e liberação

  • Fila de conferência por setor
  • Delta check contra o resultado anterior do paciente
  • Valor crítico trava a liberação até ser comunicado
  • Cada bloqueio traz o caminho que resolve
  • Retificação gera nova versão, nunca sobrescreve
Bioquímica operando analisador automatizado na bancada do laboratório

Entrega do resultado

O resultado chega ao paciente sem ninguém precisar avisar.

A ligação perguntando “já saiu?” não é falha do paciente. É o sinal de que o sistema não fechou o ciclo — e cada uma dessas ligações ocupa a recepção que deveria estar atendendo quem está na sua frente.

  • Envio automático na liberação, pelo WhatsApp oficial do laboratório — o número que o paciente já conhece, e onde a equipe vê e responde a conversa no mesmo painel.
  • Consentimento por finalidade, registrado. Sem consentimento não sai, e isso fica visível na tela — nunca em silêncio.
  • Entregue é entregue. O sistema confere a confirmação de leitura: mensagem aceita pelo provedor e nunca recebida é o defeito mais caro desse canal, e é silencioso.
  • Só o que está pronto. Quando parte dos exames sai antes, o paciente recebe o que já saiu, e o restante quando ficar pronto — sem receber duas vezes o mesmo.
  • Portal do paciente com protocolo e data de nascimento, laudo em PDF com código de validação e histórico dos exames anteriores.
  • Portal do médico solicitante, com o que ele pediu e aviso quando o resultado sai. Valor crítico comunicado fica registrado com quem, quando e por qual canal.
  • Lembrete de preparo antes do exame: jejum, suspensão de medicamento, coleta de urina. Menos recoleta por preparo errado.

Convênios, planos e preços

O preço certo, na hora, com a conta à vista.

Tabela de convênio é onde o laboratório perde dinheiro sem perceber: preço desatualizado, exame fora de cobertura, reajuste aplicado no mês errado.

Tabelas e vigência

  • Tabela por convênio, plano ou unidade
  • Importação em lote colando da planilha da operadora
  • CBHPM por porte, pontos × CH ou valor fechado
  • Reajuste não sobrescreve: a tabela nova nasce ligada à anterior
  • A data do atendimento escolhe a vigência — preço antigo continua reconstituível

Regras do plano

  • Multiplicador por plano, exame ou setor
  • Cobertura, carência e limite de quantidade
  • Exame que exige autorização prévia, marcado
  • Coparticipação e rateio convênio × paciente
  • Exigências do convênio configuráveis sem depender de atualização do sistema

Memória do cálculo — o que aparece ao lado de todo preço

  1. tabela CBHPM 2026 Unimed · vigência 01/01/2026 · escolhida pelo plano
  2. valor Hemograma completo · R$ 12,5000
  3. multiplicador × 1,2000 (plano Pleno)
  4. rateio convênio R$ 15,00 · paciente R$ 0,00 (cobertura 100%)

É o que encerra discussão com a operadora — e com o paciente.

Como cada convênio recebe

TISS é um padrão só. Cada operadora implementa do seu jeito.

Por isso “somos compatíveis com o TISS” não diz nada sozinho. O que decide se o seu faturamento sai no dia do fechamento é o transporte de cada operadora — webservice, plataforma terceirizada, portal com upload, API própria — e quem já apanhou de cada um deles. Abaixo, as vias que um laboratório do interior de Minas usa de verdade.

  • Em produção

    Webservice TISS

    UNIMED e as operadoras que publicam webservice

    SOAP 4.02, com 4.01 e 3.05 por configuração — operadoras andam em ritmos diferentes. Elegibilidade, autorização, lote, protocolo, demonstrativo e recurso de glosa. Faturando de verdade hoje, não em laboratório de teste.

  • Validado em homologação

    TES / SAFe

    IPSEMG

    Não é TISS: é requisição com os parâmetros na URL e resposta em XML. E autoriza e fatura no mesmo passo — a tela avisa antes de você clicar, porque em produção esse clique já entra na conta do mês.

  • Em produção

    Portal com arquivo XML

    COPASS SAÚDE e quem ainda não abriu webservice

    O lote sai validado, conferido e pronto para subir no portal da operadora. Mesmo sem integração do outro lado, a digitação guia a guia acaba — que é onde o mês inteiro se perde.

  • Ligamos no seu credenciamento

    Orizon — Autorize e Fature

    SAÚDE BRADESCO e S.P.A. SAÚDE

    A S.P.A. mudou o envio de faturamento para essa plataforma em agosto de 2026; o Bradesco recebe por ela há anos. O conteúdo continua sendo TISS — o que muda é o transporte e o certificado digital que identifica quem enviou.

  • Ligamos no seu credenciamento

    SIGAS — API REST

    Sistema de saúde da PMMG, CBMMG e IPSM

    Token na autenticação e o lote de guias em JSON, sem SOAP e sem certificado. É o caminho mais simples de todos — e um dos convênios que mais gera volume em cidade com quartel.

  • Em produção

    SUS

    BPA, SIGTAP e CNES

    Exportação nos layouts oficiais com crítica linha a linha: o relatório de erro sai junto com o arquivo, então dá para corrigir tudo de uma vez em vez de descobrir um problema por tentativa.

  • Em produção

    Convênio de empresa

    Indústria, comércio, prefeitura e carnê de entidade

    Não tem operadora, não tem ANS, não tem TISS — e não precisa. Tabela própria, fechamento mensal e fatura com a relação de atendimentos. É o convênio que mais cresce em cidade do interior e o que os sistemas costumam tratar como exceção.

Se a operadora disser que ali só tem portal: a RN 501/2022 da ANS manda a operadora disponibilizar webservice e portal (art. 15, § 2º) e dá ao prestador a prerrogativa de escolher entre os dois (§ 3º). O endereço do webservice e o nome do Coordenador TISS têm de estar publicados no Portal TISS dela (art. 16). Quando não estão, nós pedimos junto com você — com o artigo no corpo do e-mail.

Faturamento

Glosa evitável é dinheiro que você já trabalhou para receber.

O exame foi feito, o reagente foi gasto, o bioquímico assinou. Quando a guia volta recusada por um campo que dava para conferir antes, o prejuízo já aconteceu — e costuma aparecer só no mês seguinte.

  • A guia é validada antes de sair, com os erros agrupados por causa para corrigir em lote.
  • Lote enviado e protocolado, com o histórico do protocolo nunca sobrescrito.
  • Retorno conciliado item a item, destacando divergência de valor.
  • Glosas pela Tabela 38, com o valor perdido por causa e o que se repete.
  • Recurso com prazo visível — o que dá para recorrer hoje aparece primeiro.
  • TISS, IPSEMG (TES/SAFe) e SUS no mesmo fluxo.

Financeiro

Do caixa do balcão à nota fiscal, no mesmo lugar.

O particular paga na hora, o convênio paga depois, e os dois precisam fechar no fim do mês. Sem isso conversando, o laboratório fatura no escuro.

Recebimento

  • Dinheiro, cartão, PIX e crédito parcelado
  • Parcela do cartão com data, taxa e líquido próprios
  • Conciliação com o extrato do banco

Caixa

  • Abertura e fechamento por operador e unidade
  • Sangria e suprimento registrados
  • Conferência cega: conta primeiro, confere depois

Títulos

  • A receber e a pagar, com baixa parcial
  • Centro de custo e categoria
  • DRE por período

Nota fiscal

  • NFS-e emitida a partir do que foi faturado
  • Retenções congeladas no documento
  • Nota por paciente ou por convênio

Anvisa · RDC nº 978/2025

O que a norma manda registrar, o sistema já registra sozinho.

A RDC 978/2025 substituiu a RDC 786/2023 e vale para todo serviço que executa exames de análises clínicas — do consultório isolado ao laboratório de alta complexidade. O prazo de adequação encerrou em setembro de 2025. Boa parte do que ela exige é registro, e registro é exatamente o que um sistema deve fazer sem depender de alguém lembrar.

Data e hora de toda coleta

Gravadas no momento da punção, com o colhedor identificado. No VIPLIS a data da coleta não é um campo qualquer: é ela que decide a faixa de referência aplicável e o preço do atendimento.

Rastreabilidade da amostra

Cadeia de custódia append-only: quem colheu, quem transportou, quem recebeu, em que remessa e a que temperatura. Não se corrige — se valida.

Responsável técnico no laudo

Todo laudo sai com o responsável técnico e seu registro profissional, e a liberação exige um responsável designado.

Resultado não se apaga

Retificação gera nova versão com motivo; a anterior continua consultável e o laudo indica a retificação. A faixa de referência fica congelada na liberação.

Registro de quem fez o quê

Auditoria automática de toda alteração: usuário, data, origem e o que mudou. Não é um recurso que alguém precisa lembrar de ligar.

Comunicação de valor crítico

Registrada com destinatário, canal e horário — e a liberação fica bloqueada enquanto ela não existir.

Leitura do código de barras de um tubo na triagem

Sendo direto sobre o alcance: o sistema cobre o registro e a rastreabilidade descritos acima. O Controle Interno de Qualidade com certificado de lote (Art. 184) e o Programa de Garantia da Qualidade (Arts. 86 e 87) estão no roteiro de desenvolvimento e ainda não estão no produto — quem promete conformidade completa a uma RDC que acabou de mudar merece ser perguntado como.

O que sustenta

Laudo é documento com valor legal. O sistema trata como tal.

Laudo reproduzível

A faixa é congelada na liberação. O laudo de três anos atrás sai igual hoje, mesmo que o cadastro tenha mudado.

Isolamento no banco

Cada laboratório com sua base. A separação é imposta pelo próprio PostgreSQL, não apenas pelo código.

Acesso com dois fatores

Obrigatório para quem libera laudo ou movimenta caixa. Permissão por módulo e ação, com exceção por usuário.

LGPD na prática

Consentimento por finalidade, exportação dos dados do titular, anonimização com motivo e registro de acesso a prontuário.

Backup por laboratório

Cópia diária e restauração da sua base sem depender de mais ninguém — e testada, não só agendada.

Migração do que existe

Cadastro, pacientes, convênios e histórico de resultados vêm do sistema atual. O paciente não perde o passado dele.

Integrações

Fala com o que o laboratório já usa.

  • EquipamentosASTM, HL7 e arquivo
  • Laboratórios de apoioenvio e retorno de resultado
  • WhatsAppnúmero oficial do laboratório
  • PIXQR dinâmico e baixa automática
  • NFS-eemissão a partir do faturado
  • Assinatura digitalICP-Brasil no laudo
  • Googleentrar com a conta do laboratório

O que sempre perguntam

As seis perguntas que decidem a troca.

Minha operadora não tem webservice. Fico de fora?

Não. O lote sai validado e pronto para subir no portal dela, e o trabalho de digitar guia por guia acaba do mesmo jeito. Em paralelo, pedimos o webservice — que a operadora é obrigada a oferecer e você tem o direito de escolher.

E o histórico dos meus pacientes?

Vem junto: cadastro, convênios, atendimentos e resultados anteriores. Não é promessa — é o que já foi feito, com dez milhões de resultados migrados e conferidos contra a base de origem antes de virar a chave.

Preciso comprar servidor?

Não. Roda no navegador, e cada laboratório tem a sua própria base de dados — a separação é imposta pelo PostgreSQL, não só pelo código. O backup é diário, e restaurável por você.

E os meus equipamentos?

ASTM, HL7 e arquivo em pasta monitorada. A tradução do código do aparelho para o seu exame é cadastro, não programação: trocar de analisador não vira projeto.

Para mudar uma linha do laudo vou depender de vocês?

Layout, cabeçalho, rodapé, observação e ordem dos exames são configuração do laboratório. Chamado para o fornecedor mexer no laudo é a reclamação que mais ouvimos — e é justamente o que o sistema não deveria exigir.

Tenho mais de uma unidade. Complica?

É o caso de origem do sistema: quatro unidades, com remessa entre elas conferida na chegada, caixa por unidade, tabela por unidade e o resultado disponível em qualquer balcão no instante em que é liberado.

Uma hora, com o seu laboratório na tela.

Sem apresentação genérica: a demonstração usa os seus exames, os seus convênios e o seu fluxo. No fim dela você sabe exatamente o que muda no dia seguinte.

  1. Antes

    Você manda a lista dos seus convênios. Devolvemos por escrito por qual via cada um recebe hoje — webservice, plataforma, portal ou arquivo — e o que dá para automatizar em cada caso.

  2. Na hora

    A demonstração roda com os seus exames e as suas tabelas. Você aponta o caso mais chato do seu dia e a gente resolve ele na tela, na sua frente.

  3. Depois

    O mapa dos seus convênios fica com você mesmo que não feche nada. Ele serve para o sistema que você já usa.

Migração do sistema atual incluída: cadastro, histórico de resultados e pacientes.