Data e hora de toda coleta
Gravadas no momento da punção, com o colhedor identificado. No VIPLIS a data da coleta não é um campo qualquer: é ela que decide a faixa de referência aplicável e o preço do atendimento.
Sistema de informação laboratorial
O VIPLIS assume a operação inteira do laboratório de análises clínicas: atendimento, orçamento, coleta, bancada, liberação, convênios, faturamento e a entrega do resultado ao paciente. Um sistema só, do primeiro tubo ao dinheiro na conta.
Feito com laboratório junto, sobre uma operação real de quatro unidades.
Maria A. de Souza · 36 anos · feminino
O que trava um laboratório
O bioquímico digita com o mouse, campo por campo, o dia inteiro.
A operadora glosou de novo. Descobrimos no mês seguinte, quando o dinheiro não veio.
O telefone não para: todo mundo ligando para saber se o resultado saiu.
Alguém precisa procurar o tubo. Ninguém sabe dizer onde ele está agora.
Para mudar uma linha do laudo, abrimos chamado e esperamos o fornecedor.
O paciente voltou para recoletar. A amostra tinha sido rejeitada e ninguém avisou.
O orçamento saiu num preço, a conta fechou noutro. Ninguém sabe explicar a diferença.
A domiciliar é combinada por WhatsApp e anotada num caderno.
Recepção, agenda e orçamento
Cada erro no atendimento vira retrabalho na bancada, glosa no faturamento e ligação de paciente. É a etapa mais barata de corrigir e a mais cara de errar.
Coleta, domiciliar e rastreabilidade
Da punção ao arquivamento na soroteca, cada passo grava quem fez, quando e onde. Não para gerar relatório: para que ninguém precise procurar amostra.
Bancada e digitação
A digitação de resultado é o que mais se repete no laboratório. Cada segundo economizado ali volta multiplicado no fim do dia.
Entrega do resultado
A ligação perguntando “já saiu?” não é falha do paciente. É o sinal de que o sistema não fechou o ciclo — e cada uma dessas ligações ocupa a recepção que deveria estar atendendo quem está na sua frente.
Convênios, planos e preços
Tabela de convênio é onde o laboratório perde dinheiro sem perceber: preço desatualizado, exame fora de cobertura, reajuste aplicado no mês errado.
Memória do cálculo — o que aparece ao lado de todo preço
É o que encerra discussão com a operadora — e com o paciente.
Faturamento
O exame foi feito, o reagente foi gasto, o bioquímico assinou. Quando a guia volta recusada por um campo que dava para conferir antes, o prejuízo já aconteceu — e costuma aparecer só no mês seguinte.
Financeiro
O particular paga na hora, o convênio paga depois, e os dois precisam fechar no fim do mês. Sem isso conversando, o laboratório fatura no escuro.
Anvisa · RDC nº 978/2025
A RDC 978/2025 substituiu a RDC 786/2023 e vale para todo serviço que executa exames de análises clínicas — do consultório isolado ao laboratório de alta complexidade. O prazo de adequação encerrou em setembro de 2025. Boa parte do que ela exige é registro, e registro é exatamente o que um sistema deve fazer sem depender de alguém lembrar.
Gravadas no momento da punção, com o colhedor identificado. No VIPLIS a data da coleta não é um campo qualquer: é ela que decide a faixa de referência aplicável e o preço do atendimento.
Cadeia de custódia append-only: quem colheu, quem transportou, quem recebeu, em que remessa e a que temperatura. Não se corrige — se valida.
Todo laudo sai com o responsável técnico e seu registro profissional, e a liberação exige um responsável designado.
Retificação gera nova versão com motivo; a anterior continua consultável e o laudo indica a retificação. A faixa de referência fica congelada na liberação.
Auditoria automática de toda alteração: usuário, data, origem e o que mudou. Não é um recurso que alguém precisa lembrar de ligar.
Registrada com destinatário, canal e horário — e a liberação fica bloqueada enquanto ela não existir.
Sendo direto sobre o alcance: o sistema cobre o registro e a rastreabilidade descritos acima. O Controle Interno de Qualidade com certificado de lote (Art. 184) e o Programa de Garantia da Qualidade (Arts. 86 e 87) estão no roteiro de desenvolvimento e ainda não estão no produto — quem promete conformidade completa a uma RDC que acabou de mudar merece ser perguntado como.
O que sustenta
A faixa é congelada na liberação. O laudo de três anos atrás sai igual hoje, mesmo que o cadastro tenha mudado.
Cada laboratório com sua base. A separação é imposta pelo próprio PostgreSQL, não apenas pelo código.
Obrigatório para quem libera laudo ou movimenta caixa. Permissão por módulo e ação, com exceção por usuário.
Consentimento por finalidade, exportação dos dados do titular, anonimização com motivo e registro de acesso a prontuário.
Cópia diária e restauração da sua base sem depender de mais ninguém — e testada, não só agendada.
Cadastro, pacientes, convênios e histórico de resultados vêm do sistema atual. O paciente não perde o passado dele.
Integrações
Sem apresentação genérica: a demonstração usa os seus exames, os seus convênios e o seu fluxo. No fim dela você sabe exatamente o que muda no dia seguinte.
Migração do sistema atual incluída: cadastro, histórico de resultados e pacientes.